A Polícia Civil da Paraíba concluiu nesta terça-feira (11) o inquérito que investiga o padre Danilo César, da cidade de Areial, no Agreste paraibano, denunciado por intolerância religiosa em fala sobre a morte da cantora Preta Gil.
O caso aconteceu durante uma homilia que estava sendo transmitida ao vivo no YouTube e ganhou repercussão nacional. Ele teria associado a fé da cantora em religiões de matriz afro-indígena à morte e ao sofrimento.
O inquérito concluiu que o religioso não será indiciado à justiça, já que, durante as investigações, várias testemunhas foram ouvidas e a polícia entendeu que a conduta do padre não é tipificada pela lei.
Apesar disso, o cantor Gilberto Gil ainda move processo por danos morais contra o padre e a paróquia, cobrando uma indenização de 370 mil. Os advogados da família de Preta Gil argumentam que a fixação desse valor é baseada na interpretação de que a conduta do padre foi grave e se configura em diversos crimes.
Informações do Afogados online