Marília segue líder com 31% na 2° rodada da pesquisa Ipespe; Raquel, Anderson, Danilo e Miguel estão tecnicamente empatados

A candidata Marília Arraes, do Solidariedade segue liderando, com 31% das intenções de voto, a corrida para o Governo de Pernambuco, de acordo com a 2ª Pesquisa Eleições 2022 Folha de Pernambuco/Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE).

Em segundo lugar, há um empate técnico entre todos os outros candidatos mais bem pontuados: Raquel Lyra (PSDB) tem 13%; Anderson Ferreira (PL) foi o escolhido por 12%; Danilo Cabral (PSB) ficou com 11% e Miguel Coelho, do União Brasil, com 10%. Brancos e nulos somaram 12% e não sabe/não responderam, 10%

Esses números refletem a pesquisa estimulada, onde os eleitores recebem um cartão com todos os nomes que estão na disputa. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 12 de agosto e ouviu mil pernambucanos de todo o Estado. Ela está registrada no TRE/PE com o protocolo PE-00637/2022 e, no TSE, com o número BR-04466/2022.

Comparação

A primeira pesquisa teve sua coleta de dados realizada entre os dias 28 e 30 de junho deste ano. Comparando os dois levantamentos, a candidata Marília Arraes subiu dois pontos percentuais – de 29% para 31% na segunda pesquisa.

Já Raquel Lyra e Anderson Ferreira permaneceram com o mesmo percentual da primeira pesquisa. O candidato governista Danilo Cabral subiu um ponto percentual, de 10% para 11%. O mesmo aconteceu com Miguel Coelho, que passou de 9% para 10%. O empate técnico no segundo lugar leva em conta a margem de erro indicada pela pesquisa.

Ainda de acordo com o levantamento, Wellington Carneiro (PTB) tem 1% das intenções de voto. Os demais candidatos Esteves Jacinto (PRTB), Jadilson Bombeiro (PMB), Cláudia Ribeiro (PSTU), Jones Manoel (PCB), João Arnaldo (PSOL) e Ubiracy Olímpio (PCO) não pontuaram.

Rejeição

Entre os eleitores, 12% disseram que não pretendem votar em nenhum desses nomes. O mesmo resultado da primeira rodada da pesquisa. Já aqueles que disseram que ainda não sabem em quem vão votar ou não quiseram responder, passou de 15% para 10%.

Os entrevistados também foram perguntados em que candidato, não votariam de jeito nenhum. Neste caso, a maior rejeição ficou com Anderson, apontado por 25% dos pesquisados. Em seguida, vem Danilo, com 22%. Marília é a terceira mais rejeitada, tendo sido apontada por 20% dos entrevistados. Miguel e Raquel têm 16% e 15% de rejeição, respectivamente.

Entre aqueles que pretendem votar em um dos candidatos já mencionados, 73% dos entrevistados afirmaram que suas escolhas já estão definidas. Outros 26% disseram que ainda podem mudar o voto até o dia da eleição.

Resultados em grupos específicos

A 2ª Pesquisa Eleições 2022 Folha/IPESPE ainda mostrou que a candidata Marília Arraes (SD) é a preferida entre os homens, 32%, e também entre as mulheres, 29%. Já o segundo lugar, para o eleitorado masculino, ficou com Anderson Ferreira (PL), com 15%. Entre o público feminino, o segundo lugar ficou com Raquel Lyra (PSDB) com 13%.

Em terceiro lugar, para os homens, está Raquel com 14%. Danilo (PSB) vem em seguida, com 10% das intenções de voto. Já Miguel tem 10% desse eleitorado. Em relação à escolha das eleitoras pernambucanas, o terceiro colocado é Danilo (PSB), com 11%. Depois, vem Miguel com 10% e o quinto lugar é de Anderson com 9% das intenções de voto das mulheres.

Faixa etária

Por faixa etária, Marília Arraes também vence em todas elas. Entre os mais novos, de 16 a 24 anos, ela é preferida por 27%. Raquel Lyra vem em seguida, com 18%. Anderson é o escolhido por 12% ; Miguel Coelho tem 10% e Danilo Cabral, 9%.

Já na faixa etária mais velha, 60 anos ou mais, Marília Arraes é a escolhida por 32% dos entrevistados. Raquel Lyra fica em segundo, com 16%; Anderson Ferreira tem 13%; Miguel Coelho, 9% e Danilo Cabral, 8%.

Região

Quando levado em conta o domicílio do eleitor, 34% dos que moram na Capital votam em Marília Arraes. Anderson Ferreira tem 19%. Danilo Cabral ficou com 11%.

Já entre os entrevistados que moram na periferia, Marília tem 28%; Anderson, 19% e Raquel, 11%. No interior, a candidata do Solidariedade alcança 31%. Os dois ex-prefeitos de Caruaru e Petrolina empatam em segundo lugar, com 15% cada um.

Da redação do Portal com informações da Folha de Pernambuco.

Pesquisa para Governo de PE: Marília vence no primeiro turno? Veja números divulgados hoje

A pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Paraná Pesquisas revela as intenções de voto para Governador de Pernambuco nas Eleições 2022. Marília Arraes (Solidariedade) aparece na liderança, com 31,5%.

Em comparação com a última pesquisa realizada pelo Instituto Paraná, divulgada em julho, a ex-petista subiu 1,5%, se mantendo na primeira posição. Neste cenário, o pleito seria definido em segundo turno.

A disputa pela segunda vaga do segundo turno, por sua vez, segue incerta. De acordo com os números da pesquisa, três candidatos aparecem empatados na margem de erro, que é de 2,6 pontos percentuais.

Raquel Lyra, PSDB, aparece na segunda posição, com 14,3%. Anderson Ferreira, do Partido Liberal, acumulou 13,6%. Miguel Coelho, do União Brasil, ficou em quarto, com 12,2%. Todos eles se mantiveram na mesma posição da última pesquisa do Instituto Paraná.

Danilo Cabral, do PSB, manteve a mesma pontuação do último questionário: 7,5%, também permanecendo na quinta posição da lista — na margem de erro, ele empata com Miguel Coelho em quarto. Demais candidatos não acumularam 1%.

Brancos e nulos somaram 11,4%. Outros 6,7% afirmaram não saber em quem votar, ou não responderam à pergunta. A pesquisa do Instituto Paraná entrevistou presencialmente 1.541 eleitores entre os dias 7 e 11 de agosto de 2022, em cinco mesoregiões de Pernambuco. A pesquisa está registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/22.

 Marília 31,5%, Raquel 14,3%, Anderson 13,6%, Miguel 12,2% e Danilo, 7,5%

PESQUISA OPUS: MARÍLIA COM 34% E MIGUEL AVANÇA PARA SEGUNDO, COM 13%

Pesquisa realizada pela Opus Consultoria e Pesquisa de Belo Horizonte (MG), divulgada nesta quinta-feira (11), mostra que a candidata Marília Arraes (SD) segue na liderança na disputa para o Governo de Pernambuco com 34%. O candidato Miguel Coelho (UB) alcançou a segunda colocação, com 13%. Em seguida vem Raquel Lyra, com 12%. Na quarta colocação está Anderson Ferreira (PL) com 11%. Danilo Cabral (PSB) está em quinto, com 5%, seguindo de Esteves Jacinto (PRTB) que ficou com 2%. Os candidatos Cláudia Ribeiro (PSTU), João Arnaldo (PSOL), Wellington Carneiro (PTB) e Ubiracy Olympio (PCO) não pontuaram.

A pesquisa, registrada no TRE sob o número PE-09229/2022, foi realizada entre os dias 05 e 11 de agosto e foram feitas 1.000 entrevistas. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para cima ou para baixo, com um intervalo de confiança. Os números acima referem-se à pesquisa estimulada, em que o eleitor é informado sobre todos os candidatos que estão na disputa. Levando em conta a estratificação do eleitorado por gênero, faixa etária, escolaridade e religião, a situação é bem similar. Tanto entre os homens quanto entre as mulheres, Marília fica em primeiro, Miguel em segundo e Raquel em terceiro.

O material divide as faixas etárias entre jovem, meia idade e sênior. Nas duas primeiras, a primeira e a segunda colocações seguem com Marília Arraes e Miguel Coelho. O mesmo acontece quando se leva em conta, o grau de instrução do pesquisado. Os únicos resultados contrários são entre o público denominado sênior – em que Raquel lidera por apenas 2 pontos percentuais – e também entre os eleitores com nível superior, onde Raquel fica em segunda posição.

A pesquisa também mostra que Marília é a preferida no público que se autodenomina evangélico, ficando com 21% dos votos, à frente inclusive de Anderson Ferreira que tem a preferência de 19% desses eleitores. Os que se proclamam católicos ou outras religiões mantêm a preferência entre Marília Arraes e Miguel Coelho. Quando o eleitorado é dividido por regiões, o resultado da pesquisa mostra o quanto pesa a influência do trabalho realizado anteriormente por cada candidato.

A maior diferença entre o primeiro e segundo lugares foi registrada no Sertão do São Francisco, onde Miguel Coelho – ex-prefeito de Petrolina – tem 60% de preferência, seguida de Marília Arraes com 23%. Em todo o sertão, a candidata Marília Arraes alcança 33% de intenção de voto, seguida de perto por Miguel – que tem 28%.

Já no Recife, onde disputou a eleição para a Prefeitura há dois anos, Marília Arraes tem 43% das intenções de voto, seguida por Anderson Ferreira – ex-prefeito de Jaboatão – com 15%. Já no Agreste, a líder da pesquisa tem 28%, seguida de perto por Raquel Lyra – que comandou a Prefeitura de Caruaru até abril deste ano – com 23%.

Por outro lado, Marília Arraes também é a candidata com o maior índice de rejeição: 13%. O segundo mais rejeitado é Anderson Ferreira, com 12%, seguido de Danilo Cabral, com 10%. Esteves Jacinto vem logo atrás com 7% de rejeição. Miguel Coelho e Raquel Lyra empatam, com índices de 6% cada um.

Marília avança 6 pontos, Miguel passa Anderson, encosta em Raquel e Danilo recua, diz pesquisa do Instituto Opinião

Candidata do Solidariedade ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes se mantém na liderança em nova pesquisa de intenção de voto do Instituto Opinião, com 34,7%. Em relação ao último levantamento, realizado em junho, ela cresceu seis pontos percentuais. Em segundo lugar, num cenário de empate técnico, aparecem empatados a candidata do PSDB, Raquel Lyra, e o candidato do União Brasil, Miguel Coelho, 11,8% e 10,3%, respectivamente. A pesquisa foi divulgada pelo blog do Magno.

A tucana, entretanto, caiu um ponto – estava com 12,6%. Já Miguel cresceu quase dois pontos – estava com 8,7% na pesquisa passada. Em seguida, também num cenário de empate técnico, aparece o candidato o candidato do PL, Anderson Ferreira, com 8,3%. Na comparação com a anterior, perdeu menos de um ponto.

Já o candidato do PSB, Danilo Cabral, recuou de 4,5% para 4,3%. João Arnaldo (PSol) pontuou apenas 0,7%, Esteves Jacinto (PRTB) vem depois com 0,6%, Cláudia Ribeiro (PSTU) teve 0,4%, mesmo percentual de Wellington Carneiro (PTB). Jadilson Bombeiro (PMB) foi lembrado por 0,3%, Jones Manoel (PCB) por 0,3% e, por fim, Ubiracy Olimpio (PCO) por 0,1%.

Brancos e nulos somam 11,2% e indecisos 16,6%. Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é obrigado a lembrar o nome do candidato sem o auxílio da lista com todos os nomes, a ordem de preferência do eleitor também é a mesma: Marília aparece com 16,1%, Raquel com 5,6%, Miguel com 5,3%, Anderson com 4,2% e, por fim, Danilo com 1,9%. Brancos e nulos somam 7,7% e indecisos chegam a 56,9%.

No quesito rejeição, Marília também lidera. Entre os entrevistados, 12,1% disseram que não votariam nela de jeito nenhum, seguida por Danilo (6,5%), Anderson (6,5%), Miguel (4,2%), Raquel (4%) e João Arnaldo (1,4%). A pesquisa foi a campo entre os dias 5 a 7 últimos, sendo aplicados dois mil questionários presencialmente em 80 municípios das mais diversas regiões do Estado.

O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. A pesquisa está registrada sob os protocolos BR-02516/2022 e PE-01429/2022.

Lula tem 41% e Bolsonaro 34%, diz pesquisa FSB/BTG

Pesquisa FSB/BTG divulgada nesta segunda-feira, 8, mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 41% das intenções de voto para comandar novamente o Executivo, ante 34% do presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição. A distância entre eles reduziu em relação à rodada anterior desse levantamento: o petista tinha 44% em julho e caiu três pontos, enquanto o chefe do Planalto tinha 31% e cresceu três pontos.

Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar, com 7% da preferência. Simone Tebet (MDB) tem 3%. A pesquisa ainda foi feita considerando André Janones (Avante) como candidato, embora o deputado tenha desistido da disputa para apoiar Lula. Ele pontuou 2%. Eymael (DC) tem 1%.

Segundo o levantamento, se o segundo turno fosse hoje, Lula venceria Bolsonaro por 51% a 39%, a menor vantagem da série histórica. O petista também vence Ciro Gomes (PDT), por 47% a 32%, e Simone Tebet (MDB), por 50% a 29%.

Bolsonaro vence Simone Tebet com margem apertada, por 44% a 40%, mas perde de Ciro Gomes (48% a 41%).

O Instituto FSB consultou 2 mil eleitores por telefone entre os dias 5 e 7 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi contratado pelo banco BTG Pactual. O código de registro na Justiça Eleitoral é BR-08028/2022.

Lula amplia de 6 para 8 pontos vantagem sobre Bolsonaro, mostra levantamento telefônico

PoderData mostra Lula com 43% e Bolsonaro com 35%

Levantamento telefônico do PoderData divulgado nesta quinta-feira (4) mostra que o ex-presidente Lula (PT) conseguiu ampliar sua vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL).

Lula aparece com 43% das intenções de voto, contra 35% de Bolsonaro. No levantamento anterior do mesmo instituto, Lula tinha os mesmos 43% e Bolsonaro 37%.

  • Lula – 43%
  • Bolsonaro – 35%
  • Ciro Gomes (PDT) – 7%
  • Simone Tebet (MDB) – 4%
  • André Janones (Avante) – 2%
  • Felipe d’Avila (Novo) – 1%
  • Eymael (DC) – 1%
  • Branco/Nulos – 4%
  • Não sabem – 2%
  • *Os outros candidatos não pontuaram.
  • 2º turno
  • Na projeção de segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o petista aparece com 50% e o atual ocupante do Palácio do Planalto com 40%. O levantamento ouviu por telefone 3.500 eleitores entre 31 de julho e 2 de agosto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08398/2022. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de dois pontos.

Mães de gêmeos não são mais férteis que outras mulheres, aponta estudo

Um grupo de pesquisa internacional publicou um estudo recente na revista científica Nature Communicatios que mostra que mães de gêmeos não são mais férteis do que outras mulheres.

O nascimento de gêmeos não é exatamente algo comum. Em humanos, ocorre entre 1% e 3% de todas as gestações. Estudos anteriores do fenômeno concluíram que mães de gêmeos são mais férteis do que outras mulheres. Isso ocorre porque, em média, elas dão à luz com mais frequência do que outras mães. Elas foram chamadas de “supermães” e consideradas mais robustas e com melhor saúde.

Agora, esse novo estudo vai na contramão e sinaliza que mães gêmeas não são realmente mais férteis do que outras mulheres. “Pelo contrário, quando uma mulher dá à luz várias vezes, aumentam as chances de que pelo menos um desses partos seja de gêmeos. Mães gêmeas não são supermães, mas tiveram mais chances”, diz Gine Roll Skjærvø, engenheira sênior e bióloga comportamental humana do Departamento de Biologia da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU).

O grupo de pesquisa analisou 100.000 nascimentos europeus da era pré-industrial, de modo que o conjunto de dados é grande. Na era pré-industrial, “tivemos fertilidade natural com famílias de grande porte. A contracepção ou outros métodos para controlar o número de crianças não estavam disponíveis e a tecnologia de reprodução assistida não existia”, explica Skjærvø.

Gine e Eivin Røskaft, professor do mesmo departamento, foram responsáveis pelas contribuições norueguesas ao grupo de pesquisa internacional. Skjærvø contribuiu com dados de história de vida coletados de registros paroquiais em Soknedal e Smøla, no centro da Noruega. Ela também usou esses dados enquanto trabalhava em seu doutorado.

Se existem maiores riscos para a saúde, então por que gêmeos existem?Os nascimentos de gêmeos ocorrem entre pessoas de todo o mundo, apesar de estarem associados a um risco muito maior para a saúde da mãe e da criança antes, durante e após o nascimento.

“Devido a esse custo aumentado, parece que a seleção natural e a evolução foram contra nascimentos de gêmeos”, disse a equipe de pesquisa. Mas, eles se perguntavam, por que esses mesmos mecanismos não os extinguiram completamente?

Uma explicação comum é que o risco de morte associado ao parto de gêmeos é parcialmente compensado pela maior fertilidade. Quando as coisas vão bem, você tem o dobro de descendentes para transmitir seus genes.

A ideia é que as mulheres que são mais férteis do que a média liberam com mais frequência dois óvulos durante a ovulação. Nesse caso, dar à luz gêmeos é um sinal de que você está mais fértil. Muitos estudos têm apoiado esta teoria.

Análise defeituosa usada por vários anos – Mas o novo estudo encontra erros nos métodos e análises anteriores e levanta a questão do que realmente vem primeiro. “Estudos anteriores são problemáticos porque não podem nos dizer se mães com gêmeos dão à luz com mais frequência porque são especialmente férteis ou porque dar à luz com mais frequência aumenta a chance de um desses nascimentos ser de gêmeos”, explica o autor principal, Alexandre Courtiol, do Instituto Leibniz de Pesquisa em Zoológicos e Vida Selvagem na Alemanha.

Os novos resultados mostram que as mulheres que dão à luz gêmeos não são excepcionalmente férteis. A pesquisa anterior misturou causa e efeito. “Se uma mãe dá à luz com mais frequência, é mais provável que um desses partos seja de gêmeos — assim como é mais provável que você ganhe se comprar mais bilhetes de loteria ou se envolva em um acidente de carro se dirigir muito”, diz Ian Rickard, autor principal da Universidade de Durham, no Reino Unido.

Ao levar em conta esse efeito de loteria, os pesquisadores descobriram que mães de gêmeos, na verdade, dão à luz com menos frequência do que outras, não com mais frequência. Esta nova descoberta contrasta fortemente com as anteriores.

Novos métodos produziram novos resultados – Os 14 pesquisadores usaram dados pré-industriais da Noruega, Suécia, Finlândia, Alemanha e Suíça. “Todos esses dados são de registros paroquiais antigos que foram digitalizados”, diz o coautor Virpi Lummaa, da Universidade de Turku, na Finlândia.

“Para evitar a armadilha estatística em que outros estudos caíram, também tivemos que usar procedimentos estatísticos avançados”, acrescentou o coautor François Rousset, do Instituto de Ciências Evolutivas em Montpellier, na França. A armadilha é tão comum que tem até nome: Paradoxo de Simpson.

Informações importantes para o sistema de saúde – A relação entre nascimentos de gêmeos e fertilidade não é apenas uma questão acadêmica. Também é de interesse para os serviços de saúde. Estudos que tentam entender como aumentar a fertilidade das mulheres compararam mães com e sem gêmeos. Mas Erik Postma, coautor da Universidade de Exeter, no Reino Unido, aponta que tais desenhos de estudo ignoram os fatores que podem explicar por que uma mulher é fértil e, portanto, nos impedem de entender mais sobre as diferenças na fisiologia entre as mulheres que dão nascimento de gêmeos e aqueles que não o fazem.

Em suma, comparar grupos de mulheres com e sem gêmeos de forma acrítica pode nos levar a acreditar no oposto do que é realmente verdade. Esses agrupamentos podem ocultar os efeitos dos genes de geminação e fertilidade onde eles existem, ou vice-versa, criando a ilusão deles mesmo se eles não existirem.

Muita coisa que ainda não sabemos – “Ainda há muito que não entendemos sobre gêmeos. Mas nosso estudo sugere que a geminação não foi eliminada pela seleção natural por duas razões”, diz Courtiol. A primeira é que os nascimentos de gêmeos podem ser uma consequência da liberação de dois óvulos durante a ovulação. Isso compensa o aumento da chance de aborto com o aumento da idade e beneficia todas as mães, exceto as mais jovens.

Em segundo lugar, se o risco de mortalidade precoce não for muito alto, ter gêmeos está associado a famílias maiores, embora as mulheres com gêmeos deem à luz com menos frequência. Isso ocorre, é claro, porque os gêmeos adicionam dois filhos em vez de um a uma família.

Paraná Pesquisas: Lula tem 41,1%; Bolsonaro, 35,6%

Levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (2/8) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantém na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto nas eleições de outubro, com 41,1% das intenções de voto. Atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) está na segunda posição, com 35,6% das intenções.

Na pesquisa realizada pela instituição em julho, Lula tinha 41,1% das intenções e Bolsonaro, 35,1%. O candidato do PL registrou aumento de 0,5%, enquanto o postulante pelo PT não caiu nem subiu. Ou seja, não houve variação além da margem de erro da pesquisa, de 2,2 pontos para mais ou para menos.

Ciro Gomes (PDT) se mantém na terceira posição, com 7,9% dos votos. Candidata pelo MDB, Simone Tebet aparece com 1,8% da preferência, em quarto lugar.

Pesquisa eleitoral para Governo de Pernambuco: Marília Arraes pode vencer no primeiro turno

A pesquisa eleitoral Conectar mostra Marília Arraes (SD) com chances de vencer a eleição para o Governo de Pernambuco já no primeiro turno. Veja o ranking:

A pesquisa eleitoral Conectar, divulgada em primeira mão pela coluna nesta sexta-feira (29), mostra Marília Arraes (SD) com chances de vencer a eleição para o Governo de Pernambuco já no primeiro turno. A diferença da sua intenção de voto e a da soma dos seus demais adversários é de apenas dois pontos percentuais.

De acordo com a pesquisa eleitoral, Marília Arraes cresceu três pontos percentuais desde a última pesquisa, chegando a 36% de intenção de voto. A soma dos demais adversários é 38% o que, levando-se em conta a margem de erro de 3,1 pontos percentuais, pode dar a pré-candidata uma vitória no primeiro turno.

Os demais pré-candidatos oscilaram, dentro da margem de erro, mas o número de eleitores que votariam em branco ou nulo vem caindo: era 24% em abril, chegando a 20% em junho e, em julho, foi 18%. Ou seja: a pré-candidata do solidariedade pode estar retirando dessa parcela do eleitorado seu crescimento.

Em tempo, a pesquisa eleitoral da Conectar, pela primeira vez, mede a intenção de voto para cenários de segundo turno da disputa pelo Governo de Pernambuco. Confira aqui o resultado apontado pelo instituto.

Além da intenção de voto para o executivo, a pesquisa mostra dados como a aprovação do Governo Paulo Câmara e do Governo Bolsonaro em Pernambuco, além da intenção de voto para o Senado. Ainda nesta sexta, será divulgado pela coluna o potencial de voto de cada pré-candidato.

Mais informações sobre a pesquisa eleitoral Conectar:

Foram realizadas 1.000 entrevistas entre eleitores de Pernambuco, em 55 municípios pernambucanos, entre os dias 19 e 22 de julho de 2022. A margem de erro máxima estimada da pesquisa é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

A pesquisa foi realizada por iniciativa do próprio instituto, a Conectar Pesquisas e Inteligência. O número de registro da pesquisa é BR-07876/2022 e PE-05576/2022.

Pesquisa Conectar: veja a corrida pelo Senado em PE

Alberes Xavier

Impressiona o alto índice de eleitores que não sabem quem vão escolher para a Câmara Alta e aqueles que sinalizaram intenção de votar em branco, ou ainda anular o voto.

Em relação aos postulantes, aquele que apresentou maior pontuação na pesquisa é um candidato que não vai participar do pleito: Armando Monteiro, apontado anteriormente como possível nome da chapa de Raquel Lyra. No entanto, a tucana confirmou que seu candidato será Guilherme Coelho, também do PSDB, que não foi citado na pesquisa.

Entre os nomes que estão na disputa, o líder da pesquisa foi André de Paula, do PSD, integrante da chapa de Marília Arraes. Ele contabilizou 10% das intenções de voto — queda de três pontos em relação à pesquisa de junho.

Teresa Leitão, do PT, aparece na sequência, com 5%. A candidata de Danilo Cabral e Lula também apresentou oscilação negativa, com 1% a menos em relação ao mês passado.

Já o candidato do presidente Jair Bolsonaro no estado, Gilson Machado Neto (PL), manteve os mesmos 5% da pesquisa de junho.

Confira os números da pesquisa para Senador em Pernambuco:

André de Paula: 10%

Teresa Leitão: 5%

Gilson Machado Neto: 5%

Eugênia Lima: 2%

Branco/Nulo: 37%

Não sabe/Não respondeu: 13%

Dados da Pesquisa Eleitoral Conectar: a pesquisa Conectar foi realizada entre os dias 19 e 22 de julho de 2022, entrevistando 1 mil eleitores de 55 municípios pernambucanos.

A margem de erro máxima estimada da pesquisa é de 3,1 pontos percentuais, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

O número de registro da pesquisa é BR-07876/2022 e PE-05576/2022.