La Niña promete fortes chuvas no Nordeste em 2025

O início de 2025 deve ser marcado por impactos climáticos distintos no Brasil, influenciados pelo fenômeno La Niña. No Nordeste, a expectativa é de intensas chuvas, trazendo alívio para agricultores e comunidades que enfrentaram longos períodos de seca.

Especialistas indicam que as precipitações poderão contribuir para a recuperação de reservatórios e o fortalecimento da agricultura local, setores severamente afetados por anos de dificuldades climáticas.

Apesar do otimismo, os especialistas também fazem um alerta: as chuvas intensas podem trazer desafios, como alagamentos em áreas urbanas, aumento do risco de deslizamentos e erosão do solo em zonas rurais.

O cenário exige atenção redobrada das autoridades para evitar prejuízos às comunidades e garantir que o volume de água seja aproveitado de forma estratégica.

por André Luis 

Verão com previsão de calor intenso e secas em Pernambuco

O verão começou oficialmente neste sábado (21), trazendo ao Hemisfério Sul as características marcantes da estação: calor, chuvas intensas e mudanças climáticas abruptas. Em Pernambuco, a temporada, que se estende até às 6h02 do dia 20 de março de 2025, será marcada por temperaturas mais altas e baixa incidência de chuvas, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

De acordo com a Apac, o verão no estado será caracterizado por elevados índices de radiação solar, devido à maior inclinação dos raios solares sobre a superfície terrestre. As temperaturas diárias ultrapassam frequentemente os 30°C, principalmente no Sertão e no Agreste, regiões conhecidas pelo calor extremo. Além disso, a umidade relativa do ar pode cair para níveis inferiores a 20%, configurando um risco à saúde, como desidratação e complicações respiratórias.

Apesar de ser uma estação predominantemente seca, eventos de chuvas intensas podem ocorrer de forma pontual. Esses episódios estão associados a fenômenos meteorológicos, como a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e os Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis (VCANs), podendo causar alagamentos, ventos fortes e trovoadas. Essas precipitações, mesmo esporádicas, também podem impactar áreas da Zona da Mata e da Região Metropolitana do Recife.

Outro ponto de atenção é o Índice Ultravioleta (IUV), que atinge patamares elevados nesta época do ano. A exposição prolongada ao Sol sem proteção adequada pode resultar em queimaduras, envelhecimento precoce da pele e até aumentar o risco de câncer. Por isso, o uso de protetor solar, roupas leves, chapéus e óculos escuros é altamente recomendado.

As previsões climáticas para os próximos meses indicam chuvas na categoria normal a abaixo da média, especialmente no Sertão, onde os volumes esperados ficarão aquém da média histórica. Essa tendência reforça a necessidade de estratégias de convivência com a seca, uma realidade constante no semiárido pernambucano.

Especialistas também alertam para as consequências do calor extremo e da baixa umidade. “É importante que a população se hidrate adequadamente, evite exposição direta ao Sol nos horários de pico e preste atenção aos sinais de desidratação, como tontura e boca seca”, ressaltam meteorologistas da Apac.

Enquanto o verão avança, a estação desafia os pernambucanos a lidar com os extremos climáticos, adaptando-se às adversidades e reforçando a atenção aos cuidados com a saúde e o meio ambiente.

PREVISÃO DO TEMPO: quarta-feira (5) com alerta para acumulado de chuva em Pernambuco

A previsão para esta quarta-feira (5) é de tempo encoberto em todo o estado de Pernambuco. Possibilidade de chuva no sertão e São Francisco pernambucano. Chuvas brandas nas demais localidades do estado.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para acumulado de chuva na mata e agreste pernambucano, atingindo cidades como Escada, Igarassu e Recife.

A temperatura mínima fica em torno de 18°C, em Serra Talhada. A máxima prevista é de 33ºC, em Floresta. A umidade relativa do ar varia entre 75% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

pelo blog de Maciel Rodrigues 

Chuvas no Sertão: Especialistas alertam para mudanças climáticas e riscos ao São Francisco

Neste domingo (17), a Coluna do Domingão, do Blog, trouxe um alerta preocupante sobre as chuvas no Sertão pernambucano. De acordo com especialistas, o aumento do nível do mar devido ao degelo e as mudanças nas correntes marítimas estão causando chuvas imprevisíveis na região.

A explicação para as chuvas fora de época no Sertão está relacionada à loucura do tempo, como afirmam os cientistas. O derretimento das geleiras e o consequente aumento do nível do mar têm impacto direto nas correntes atmosféricas. Essas mudanças climáticas resultam em chuvas intensas e imprevisíveis, que podem ocorrer em curtos períodos e serem seguidas por longos períodos de seca e altas temperaturas.

O alerta também aponta para um cenário preocupante: o Rio São Francisco pode enfrentar uma situação semelhante à que ocorreu na Amazônia. A redução do volume de água no rio pode comprometer o abastecimento de cidades e afetar o ramal da transposição. Caso isso aconteça, municípios do Sertão pernambucano entrarão em colapso hídrico.

Diante desse cenário, é urgente que as autoridades tomem medidas para lidar com as mudanças climáticas e seus impactos na região. Investimentos em infraestrutura hídrica, monitoramento constante dos níveis dos rios e conscientização da população sobre o uso responsável da água são essenciais para evitar uma crise ainda maior.

As chuvas imprevisíveis no Sertão são um sinal claro das transformações climáticas em curso. É fundamental que todos estejamos atentos e unidos na busca por soluções sustentáveis para preservar nossos recursos hídricos e garantir o bem-estar das comunidades afetadas.

Inmet aponta situação de “perigo” de chuvas intensas no Pajeú

Municípios do Sertão de Pernambuco estão em situação de “perigo” de chuvas intensas, segundo classificação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O alerta vale até a manhã deste sábado (17).

Isso significa que pode ocorrer precipitação entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h). Ainda, que há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

As cidades em “perigo” são: Afrânio, Araripina, Belém do São Francisco, Bodocó, Cabrobó, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Cedro, Dormentes, Exu, Floresta, Granito, Ipubi, Itacuruba, Lagoa Grande, Mirandiba, Moreilândia, Orocó, Ouricuri, Parnamirim, Petrolina, Salgueiro, Santa Cruz, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Filomena, Santa Maria da Boa Vista, São José do Belmonte, Serra Talhada, Serrita, Terra Nova, Trindade, Triunfo e Verdejante. As informações são do blog da Juliana Lima.

por André Luis 

Apac alerta para chuva em 4 regiões

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu, na tarde desta quarta-feira (10), um alerta de chuvas com intensidade de moderada a forte no Sertão de Pernambuco e chuvas com intensidade moderada na Região Metropolitana do Recife, na Zona da Mata Norte e no Agreste do estado. O aviso é valido até a quinta-feira (11).

“Devido à influência dos sistemas meteorológicos Cavado e Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), há chance de pancadas de chuva com intensidade moderada a forte no Sertão de Pernambuco e com intensidade moderada na região do Agreste, com maiores acumulados, no período da tarde e noite desta quinta-feira (11/01/2024)”, a agência informou através das redes sociais.

“Já nas regiões Metropolitanas do Recife e Zona da Mata, os maiores acumulados são esperados para a madrugada e manhã”, acrescentou.

por Afogados online 

9 entre 10 brasileiros sentiram o aumento de temperatura no país; veja detalhes

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que nove em cada 10 brasileiros notaram alguma alteração na temperatura ou no clima. As transformações percebidas pelos brasileiros são causadas, em grande parte, pelas mudanças climáticas. Os dados estão sendo divulgados nesta segunda-feira (11).

Segundo o levantamento, 92% dos brasileiros perceberam a temperatura do país mais alta nos últimos anos, 66% notaram uma diminuição no regime de chuvas e 55% perceberam os rios mais secos.

O estudo ouviu 2.021 pessoas nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. As entrevistas foram realizadas entre 18 e 21 de novembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

por Afogados Online 

Inmet: onda de calor deve durar pelo menos até terça-feira e atingir mais de 1.400 cidades

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta  sobre a forte onda de calor que é sentida em boa parte do Brasil e deve durar pelo menos até terça-feira, 14. Segundo o órgão, o fenômeno deve ser ainda mais intenso no interior do Brasil. A onda de calor poderá ser sentida por moradores de 1.413 cidades até esta terça.

O aviso meteorológico de nível amarelo representa perigo potencial para a saúde das pessoas e é emitido quando a previsão do tempo indica que as temperaturas devem ficar 5 ºC acima da média pelo período de dois a três dias seguidos.

Ainda de acordo com a previsão, o forte calor deverá continuar, pelo menos, até quarta-feira, 15, contudo, a área de abrangência do fenômeno deve sofrer alterações. O Inmet reforça que segue monitorando a situação.

Em alguns municípios, principalmente dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, as temperaturas máximas devem superar os 42°C.

por Afogados Online 

Apac alerta para baixa umidade no Sertão, podendo chegar até 40 pontos abaixo do ideal

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um novo alerta para a baixa umidade no Sertão de Pernambuco e de São Francisco.

A umidade relativa do ar não deve ultrapassar os 20% a partir desta quinta (26), podendo se estender até a segunda-feira (30). A estimativa é que a umidade alterne entre 12 e 20%

A umidade ideal do ar é de 60%, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A umidade relativa do ar pode ser entendida como um elemento climático que aponta a quantidade de água gasosa presente no ar.

Esse tipo de clima pode trazer consequências para o sistema respiratório, já que o ar seco provoca o ressecamento das vias, a preocupação deve ser ainda maior com crianças e idosos. Pela fragilidade do organismo, existe uma chance maior de complicação.

Com a ausência da umidade, a mucosa que protege o organismo de infecções fica densa e não limpa as vias corretamente.

No clima seco, pessoas alérgicas podem desenvolver crises de espirro, garganta seca, coriza, dor de cabeça, crises de asma e irritação nos olhos. As doenças respiratórias são as mais preocupantes.

A Apac publicou algumas recomendações para evitar complicações:

• Umidificar o ambiente com vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água
• Permanecer em locais protegidos do sol ou em áreas vegetadas;
• Consumir água à vontade;
• Evitar exercícios físicos ao ar livre, entre 10h e 16h;
• Não aglomerar em ambientes fechados;
• Usar soro fisiológico para os olhos e narinas.

por Afogados Online 

Temperaturas podem chegar a 40ºC no Agreste e Sertão de Pernambuco durante o fim de semana

Desde o início da primavera, em 23 de setembro, as temperaturas têm aumentado no Agreste e Sertão de Pernambuco. De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), neste fim de semana as cidades das duas regiões podem registrar até 40ºC.

De acordo com a Apac, os próximos dias devem ser marcados por céu aberto e altas temperaturas durante o período da tarde, sem previsão de chuvas. A previsão aponta que no Agreste e Sertão deve haver registro de 4ºC a 5ºC acima da média.

“Na última semana, tivemos temperaturas quase na casa dos 40ºC na região do Sertão, acima dos 35ºC no Agreste e acima dos 31ºC no litoral. A previsão, é que continue com tempo seco em toda a região do Agreste e Sertão, sem nenhum tipo de nebulosidade”, explica o coordenador da sala de situação e meteorologista da Apac, Roni Guedes.