Com baixa procura, Pernambuco libera vacina da gripe para todas as pessoas a partir de 6 meses

Com o aumento da circulação do vírus influenza nesta época do ano, associado à preocupação das baixas coberturas registradas para a vacina, a Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE) anunciou, na noite desta quarta-feira (14/05), que decidiu ampliar a vacinação contra a gripe para toda a população pernambucana, a partir dos 6 meses de idade.

Ao lado do Programa Estadual de Imunizações (PEI-PE), a SES-PE convoca a população a se dirigir para as mais de 2.800 salas ativas de vacina distribuídas em todos os 184 municípios pernambucanos, mais o Arquipélago de Fernando de Noronha.

Para a imunização contra gripe de 2025, a meta é vacinar 90% dos grupos prioritários, que incluem crianças, gestantes e idosos. Em Pernambuco, a vacinação foi iniciada há pouco mais de um mês para 2.330.453 pessoas, ao serem contabilizados só os grupos prioritários.

Mas, até o momento, ao levar em consideração essa parcela preferencial, só já foram registradas 679.962 (19,5%) doses aplicadas, sendo: 21% dos idosos (300.054 doses), 18,2% das crianças (148.545 doses) e 7,4% das gestantes (6.459 doses).

Vacinação contra dengue chega a mais 7 cidades pernambucanas; saiba quais

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) anunciou a expansão da vacinação contra a dengue.

Serão atendidas sete cidades do Sertão, na VII Região de Saúde, com sede em Salgueiro.

São elas:

  • Belém de São Francisco
  • Cedro
  • Mirandiba
  • Salgueiro
  • Serrita
  • Terra Nova
  • Verdejante

A medida segue a recomendação técnica do Ministério da Saúde (MS) quanto à estratégia de vacinação de crianças e adolescentes, de 10 a 14 anos.

As 4 mil doses já foram encaminhadas, pelo Programa Estadual de Imunizações para as Gerências Regionais de Saúde (Geres) e estão à disposição dos gestores municipais para dispensação.

As novas sete cidades fazem parte dos 405 municípios anunciados pelo órgão federal para fazer parte da estratégia nacional de vacinação.

A escolha dos territórios em Pernambuco se deu a partir da alta incidência dos casos prováveis registrados na VII Região de Saúde, que em todo o ano de 2024 contabilizou a notificação de 1.126 casos prováveis para doença, representando uma taxa de incidência de 794,9/100 mil habitantes. Outro critério utilizado foi a disponibilidade de doses prevista pelo fabricante para atender a demanda.

Balanço

Entre 1º de janeiro de 2024 e 11 de março de 2025, foram distribuídas 113.313 doses de vacina contra a dengue (contemplando a 1º e 2º doses) para a I Região de Saúde e até o momento foram aplicadas e registradas 70.909 doses no sistema de informação. Neste mesmo período, foram distribuídas 32.631 doses da referida vacina (contemplando a 1º e 2º doses) para a V Região de Saúde e até o momento foram aplicadas e registradas 21.493 doses no sistema de informação.

No total, 41 cidades já realizavam a estratégia de vacinação contra a doença.

Cresce número de municípios que atingem meta de cobertura vacinal

De acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira (22) pelo Ministério da Saúde, nos últimos dois anos, o Brasil avançou significativamente na cobertura vacinal da população. Segundo os dados, houve um aumento expressivo no número de municípios acima da meta de 95% de imunização para vacinas essenciais do calendário infantil.

É o caso da vacina tríplice viral, que previne o sarampo, a caxumba e a rubéola. A meta para segunda dose desse imunizante foi alcançada em 2.408 municípios brasileiros, um aumento de mais de 180% quando comparado com os 855 municípios em 2022. A cobertura da primeira dose de tríplice viral também foi registrada em mais regiões: 3.870 cidades em 2024, frente às 2.485 de 2022, ou seja, 55,7% de crescimento.

O número de municípios que alcançaram a meta para a Vacina Oral Poliomielite (VOP) também aumentou, passando de 1.466 cidades em 2022, para 2.825 em 2024, uma alta de quase 93%. Em novembro, o Ministério da Saúde substituiu a VOP, conhecida como gotinha, por uma dose de Vacina Inativada Poliomielite (VIP) que é injetável, para deixar o esquema vacinal ainda mais seguro. A nova estratégia para uso do imunizante injetável é mais um passo para garantir que o Brasil se mantenha livre da poliomielite. O país está há 34 anos sem a doença, graças à vacinação em massa da população.

O Brasil vinha enfrentando graves quedas na cobertura vacinal desde 2016. Com o lançamento do Movimento Nacional pela Vacinação, em 2023, o país reverteu essa tendência de queda. Em 2024, 15 das 16 vacinas recomendadas para o público infantil registraram aumento.

Para a ministra da Saúde, Nísia Trindade, esses resultados demonstram o compromisso do Brasil com a proteção da população. “Desde o início da gestão, nosso objetivo foi retomar e ampliar as coberturas vacinais. Ao fortalecer o sistema de saúde e investir na atenção primária, criamos condições para que a vacina chegue a todos os brasileiros. O Movimento Nacional pela Vacinação foi um marco e com o apoio de parceiros nacionais e internacionais, hoje colhemos os frutos desse trabalho”, destacou.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, reforçou a importância de levar a vacinação para áreas de difícil acesso. “Conseguimos vacinar mais pessoas em 2023 do que nos quatro anos anteriores, graças a um esforço conjunto e integrado. Chegar até as comunidades mais isoladas, por meio da Operação Gota, por exemplo, foi essencial para atingirmos essa meta e garantir a proteção de todas as crianças e comunidades”, afirmou.

Demandas da população estão asseguradas – No último mês, o Ministério da Saúde enviou 100% da demanda de imunizantes apresentada pelos estados. Todas as vacinas do calendário básico estão com estoques abastecidos. Segundo o painel de distribuição, entre 2023 e 2024, foram enviadas mais de 604 milhões de doses a todos os estados.

No caso das vacinas varicela e tetraviral (que também possui o componente varicela), houve escassez de matéria-prima mundialmente. O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, reforçou que eventuais problemas serão resolvidos com os novos fornecedores. “Garantimos abastecimento inclusive da varicela, que enfrentava pendências, superando um problema por conta de fornecedores. Hoje, contamos com três fornecedores para essa vacina, assegurando a normalização ao longo do primeiro semestre de 2025”, detalhou.

Mesmo diante da dificuldade de fornecimento, o Ministério da Saúde garantiu estoque estratégico da vacina varicela para atendimento de situações de bloqueio surto e todos os pedidos foram atendidos pela pasta, totalizando mais de 1,7 milhão de doses em 2024.

Em 2023, o Ministério da Saúde retirou o sigilo dos estoques e dos descartes de vacinas e outros insumos. Mais de 12,3 milhões de doses de vacinas que seriam perdidas foram utilizadas e, com isso, foi evitado um desperdício de quase R$ 252 milhões. Em 2024, a pasta anunciou mais de R$ 7 bilhões dentro do Plano de Vacina para 2025.

Instituto Butantan pede à Anvisa registro de vacina de dose única contra a dengue

O Instituto Butantan enviou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nesta segunda-feira (16) um pedido de registro para uso da vacina contra a dengue no Brasil. O imunizante foi desenvolvido pelo órgão.

Se aprovada, a Butantan-DV será a primeira vacina do mundo em dose única contra a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

A expectativa é a de que isso favoreça a imunização da população, já que no esquema hoje existente, de duas doses, muitas pessoas acabam não retornando para tomar o reforço.

A vacina do Instituto Butantan é tetravalente, ou seja, é eficaz contra os quatro tipos de dengue verificados no Brasil —os mais frequentes são os tipos 1 e 2.

Se ela for aprovada pela Anvisa, o órgão poderá disponibilizar cerca de 100 milhões de doses ao Ministério da Saúde nos próximos três anos. Um milhão de doses da vacina poderiam ser entregues já em 2025.

por Afogados online 

OMS aprova segunda vacina contra Mpox; primeira que serve também para crianças

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou uma vacina contra Mpox. A decisão foi anunciada após uma reunião nesta terça-feira (19). Desde que foi declarado “emergência de saúde pública de importância internacional”, em agosto, este é o segundo imunizante apoiado pela entidade para prevenção da doença.
Administrada em dose única, pode ser usada em crianças a partir de um ano de idade, mas é contraindicada para pessoas imunocomprometidas e grávidas.
O objetivo da OMS é facilitar o acesso à vacina em comunidades onde os surtos estão aumentando. A nova variante do vírus também despertou preocupação com sua maior capacidade de transmissão. Este ano foram relatados casos em 80 países, incluindo 19 nações africanas.
No Brasil, a situação é alarmante, com 1.500 casos notificados até semana passada.
por Afogados conectado 

Aumento da vacinação em Pernambuco retira Brasil de lista dos 20 com mais crianças não imunizadas

O Brasil alcançou um importante avanço na imunização infantil, saindo da lista dos 20 países com mais crianças não imunizadas no mundo. Este dado, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta segunda-feira (15), reflete os novos números sobre a imunização infantil global.

Embora muitos países ainda não tenham atingido as metas de vacinação, o Brasil se destacou positivamente. Desde 2016, o país vinha enfrentando quedas consecutivas na cobertura vacinal, mas em 2023, sob a gestão do presidente Lula, o governo lançou o Movimento Nacional pela Vacinação. Este programa visou restaurar a confiança da população na ciência, no Sistema Único de Saúde (SUS) e nas vacinas.

De acordo com o relatório da OMS/UNICEF, o número de crianças brasileiras que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023. Da mesma forma, as crianças que não receberam a DTP3 reduziram de 846 mil em 2021 para 257 mil em 2023. Em Pernambuco, a cobertura vacinal contra a DTP aumentou de 63,31% em 2022 para 73,63% em 2023.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou a recuperação das conquistas históricas do programa de vacinação brasileiro. “Em fevereiro de 2023, logo ao assumirmos a gestão, iniciamos o Movimento Nacional pela Vacinação. Zé Gotinha viajou pelo Brasil levando a mensagem de que vacinas salvam vidas. Hoje, com o reconhecimento da UNICEF e da OMS, confirmamos que o Brasil se destacou positivamente na retomada das coberturas vacinais”, afirmou. A ministra agradeceu aos profissionais da saúde e gestores estaduais e municipais pelo empenho.

Os progressos fizeram com que o Brasil saísse do ranking dos 20 países com mais crianças não imunizadas. Em 2021, o país ocupava a 7ª posição, e em 2023, não faz mais parte da lista. No ano passado, 13 das 16 principais vacinas do calendário infantil tiveram aumento na cobertura vacinal em comparação a 2022. Destaques incluem vacinas contra poliomielite, pentavalente, rotavírus, hepatite A, febre amarela, meningocócica C, pneumocócica 10 e tríplice viral.

A recuperação média das 13 vacinas foi de 7,1 pontos percentuais. A maior alta foi no reforço da tríplice bacteriana, que passou de 67,4% para 76,7%, um aumento de 9,23 pontos percentuais. A maioria dos estados apresentou melhoria na cobertura dessas vacinas.

O investimento para apoiar estados e municípios aumentou significativamente. Em 2023, foram investidos mais de R$ 6,5 bilhões na compra de imunizantes, com previsão de R$ 10,9 bilhões em 2024. De forma inédita, R$ 150 milhões foram repassados anualmente aos estados e municípios para ações de imunização focadas no microplanejamento e comunicação regionalizada.

As ações de microplanejamento, recomendadas pela OMS, incluem atividades adaptadas à realidade local, como definição da população alvo, escolha das vacinas, definição de datas e locais de vacinação, e logística. Estas estratégias visam alcançar melhores resultados e melhorar as coberturas vacinais.

Entre as estratégias que podem ser adotadas estão o “Dia D” de vacinação, busca ativa de não vacinados, vacinação em qualquer contato com o serviço de saúde, vacinação nas escolas, e intensificação da vacinação em áreas indígenas.

O Ministério da Saúde também incentivou a participação do Zé Gotinha em eventos por todo o Brasil. Este ícone histórico da imunização é um aliado importante na educação e combate às fake news, contando com a confiança da população brasileira.

Além disso, o governo lançou o programa Saúde com Ciência, uma iniciativa inédita em defesa da vacinação e combate à desinformação. Com cinco pilares – cooperação, comunicação estratégica, capacitação, análises e responsabilização – o programa visa identificar e combater a desinformação, promover informações íntegras e mitigar os efeitos negativos das fake news sobre a confiança nas vacinas.

Com estas iniciativas, o Brasil reforça seu compromisso com a saúde pública e a proteção das crianças, restaurando as altas coberturas vacinais e combatendo a desinformação.

por André Luis 

Dengue: Vacinas a vencer devem ser mandadas a outras cidades ou dadas para público de 4 a 59 anos

O Ministério da Saúde informou que as doses da vacina da dengue com o prazo próximo ao vencimento entre junho e julho devem ser remanejadas para cidades ou usadas para ampliar a faixa etária atendida. De acordo com nota técnica da pasta, trata-se de uma “estratégia temporária”.

As orientações são as seguintes:

  • Estados que tenham municípios que ainda não foram contemplados com a vacina devem, preferencialmente, remanejar doses próximas ao vencimento para esses territórios;
  • Em Estados nos quais todas as cidade tenham sido contempladas, as doses podem ser aplicadas em todos as pessoas de 6 a 16 anos – essa é faixa etária recomendada da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a vacina Qdenga, da Takeda, que é aplicada no País;
  • Caso necessário, ampliar a faixa etária vacinada de dos 4 aos 59 anos de idade, conforme a bula da vacina no Brasil.
    A pasta destaca que a estratégia definida pelos entes federativos precisa ser informada, para a garantia da segunda dose dessas pessoas.

A pasta afirma que comprou todas as doses oferecidas pela farmacêutica japonesa, mas como há limitação, foi definido que, neste ano, apenas seriam vacinadas crianças de 10 a 14 anos de 521 municípios. Segundo o ministério, dentro da faixa orientada pela OMS, esse grupo concentra o maior número de hospitalizações.

por Afogados online 

Campanha contra a poliomielite entra na reta final em Afogados

A campanha contra a Poliomielite está chegando na reta final em Afogados da Ingazeira. Além das ações nas unidades de saúde, a equipe de vacinadores tem percorrido as escolas e os centros de educação infantil para levar a vacina para as nossas crianças. A ação tem sido coordenada pela equipe de imunização da secretaria municipal de saúde.

A campanha, que encerrou as ações externas no ponto de apoio do conjunto residencial Laura Ramos, passou pelos Centros de Educação Infantil Maria Genedi Magalhães e Evangelina de Siqueira, como também pelas Escolas da educação infantil, São Sebastião e José Rodrigues. Até aqui já foram vacinadas 1.728 crianças abaixo de 05 anos, totalizando 78,54% das doses.

A campanha de vacinação contra a Poliomielite acontece até amanhã (14) e você que ainda não levou seu filho ou filha procure a Unidade Básica de Saúde do seu bairro e vacine sua criança.

Vacina contra a dengue: mais 21 municípios de Pernambuco vão receber imunizante

Mais 21 municípios pernambucanos receberão a vacina contra a dengue. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), os imunizantes serão distribuídos a partir desta segunda-feira (10).

As cidades estão localizadas no Agreste Meridional e pertencem à V Gerência Regional de Saúde, com sede em Garanhuns.

O Ministério da Saúde vai enviar a mais 405 cidades brasileiras aproximadamente um milhão de doses.

Segundo a SES-PE, chegarão ao estado mais 10.987 doses do imunobiológico que protege contra os quatro sorotipos da dengue. A quantidade é para aplicação de primeira dose.

Somando os 21 municípios da região, 43.934 crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade podem receber a proteção contra a dengue.

Segundo a SES, até o momento, 18.153 doses da vacina foram aplicadas em Pernambuco, nas vinte cidades da I Região de Saúde que iniciaram a vacinação em abril.

Confira na lista das novas cidades contempladas:

Garanhuns, Itaíba, Terezinha, Bom Conselho, Paranatama, Jupi, São João, Brejão, Jucati, Correntes, Capoeiras, Caetés, Águas Belas, Lajedo, Lagoa do Ouro, Calçado, Canhotinho, Iati, Angelim, Palmeirina e Saloá.

As cidades que já realizam a vacinação:

Recife, Paulista, Jaboatão dos Guararapes, Vitória de Santo Antão, Cabo de Santo Agostinho, Igarassu, Camaragibe, Abreu e Lima, Olinda, Chã Grande, Araçoiaba, São Lourenço da Mata, Chã de Alegria, Moreno, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Glória do Goitá, Fernando de Noronha, Pombos e Itapissuma.

por Afogados online 

Prefeitura de Afogados promove dia D de combate à poliomielite

A poliomielite é uma grave doença que acomete nossas crianças, podendo causar deficiência motora permanente e até a morte. Felizmente, e graças à vacina, é uma doença erradicada na maior parte do mundo.

E para que permaneça assim, e a pólio fique longe de nossas crianças, a Secretaria de Saúde de Afogados promove neste sábado (08), o dia D de combate à poliomielite.

Das 7h30 às 13h, todas as unidades de saúde da área urbana estarão abertas para garantir a vacinação de nossas crianças. Na zona rural, a vacinação está sendo feita de forma itinerante.

Em Afogados, a campanha contra a pólio teve início no dia 27 de Maio e segue até o próximo dia 14 de Junho. Já foram aplicadas mais de setecentas e cinquenta doses de vacina. Além da vacinação nas Unidades Básicas de Saúde, também estão acontecendo ações de vacinação nos Centros de Educação Infantil. O público-alvo são crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade.

“Vacinas salvam vidas. Quero convidar a todos os pais, mães ou responsáveis a levarem suas crianças para vacinar, e assim garantir um futuro melhor para elas, com mais vida, mais saúde, e longe dessa doença tão terrível que é a poliomielite,” afirmou Artur Amorim, Secretário de Saúde de Afogados.