Alessandro Palmeira se solidariza com prefeito de Sertânia pelo atentado

Venho através desta nota me solidarizar com o amigo e Prefeito Ângelo Ferreira diante da tamanha violência que sofreu no dia de hoje.

Presto a minha solidariedade irrestrita ao amigo Ângelo Ferreira, aos seus familiares e ao povo de Sertânia. Aproveito também para repudiar qualquer ato de violência, tenha ele motivação política ou não. Precisamos construir para o nosso povo, para os nossos filhos, um ambiente verdadeiramente democrático, onde divergências e diferenças possam ser resolvidas através do diálogo e do entendimento.

Que o meu amigo Ângelo possa se recuperar e voltar, o mais breve possível, para o convívio dos seus familiares e dos seus concidadãos.

Sandrinho Palmeira
Prefeito de Afogados da Ingazeira

Polícia Civil continua investigações sobre atentado ao padre em Petrolina

Três dias após o ataque a tiros sofrido por um padre no município de Petrolina, a Polícia Civil tenta montar o quebra-cabeça para esclarecer o crime.

O atentado contra o padre Breno Gomes Paixão, de 43 anos, aconteceu na noite da última sexta-feira (24).

De acordo com as investigações da Polícia Civil, o padre Breno seguia de carro para um sítio localizado no distrito de Rajara, zona rural de Petrolina, onde realizaria uma missa. No caminho, dois homens numa moto se aproximaram, dispararam vários tiros e fugiram.

O padre foi atingido de raspão no pescoço. Ele foi socorrido por populares e encaminhado à Unidade de Atendimento Multiprofissional Especializado de Rajada. A informação oficial é de que o religioso ainda não recebeu alta.

Em nota oficial divulgada à imprensa, a Polícia Civil de Pernambuco pede que qualquer informação sobre o atentado sofrido pelo padre seja repassada para a ouvidoria da Secretaria de Defesa Social (SDS). A garantia é de sigilo absoluto.

A ouvidoria funciona de segunda à sexta, das 07h às 19h, por meio dos números: 0800-0815001 e (81) 9.9488-3455.

“Maiores informações poderão ser repassadas após a completa elucidação”, disse a Polícia Civil.

Até agora, nenhum suspeito do crime foi preso.