Empresário é morto à ‘queima-roupa’ em São José do Egito

Empresário do ramo de compras e vendas de imóveis e carros em Brejinho e região foi morto a tiros em São José do Egito, Sertão do Pajeú,  na noite desse sábado (19).

João Rico como era popularmente conhecido estava num região de comércio de bares e restaurantes, na Rua de Brejinho (Saída em direção Ambó, Itapetim e Brejinho) perto da AABB, acompanhado de uma mulher, quando um homem chegou e fez vários disparos de arma de fogo.

João foi atingido na cabeça e na região do tórax e morreu no local.

A área foi isolada pelas polícias Civil e Militar, que acionaram o IC-Instituto de Criminalística em Afogados da Ingazeira. A Delegacia da Policia Civil de São José do Egito está encarregada das investigações.

O corpo foi levado para o IML de Caruaru. João era natural de Brejinho, casado e deixou filhos.

Morre o empresário Cyro Ferreira da Costa, presidente da Ferreira Costa

Pernambuco perdeu, na tarde deste domingo (26), um de seus maiores empresários. Cyro Ferreira da Costa, presidente do Grupo Ferreira Costa, faleceu aos 92 anos, em casa, ao lado da família.

O falecimento foi comunicado em nota divulgada pela empresa. “A dor é grande, mas fica a certeza de que ele deixou seu grande legado em vida. O Grupo Ferreira Costa agradece a todos as mensagens de apoio nesse momento de luto”.

Neto do português João Ferreira da Costa, que chegou ao Recife em 1876, aos 10 anos, com os irmãos mais velhos Francisco e Júlia, Cyro era considerado um empresário de grande visão e extremamente inovador. Foi o responsável pelo novo modelo de negócios e de gestão que a tornaram a Ferreira Costa uma importante referência no setor de varejo.

Cyro, que começou a trabalhar aos 13 anos, foi também um empresário preocupado com o respeito ao meio ambiente, aos colaboradores e com a ética empresarial, muito antes do surgimento de qualquer conceito sobre essas questões.

A Ferreira Costa surgiu em Garanhuns, em 1884, vendendo inicialmente frutas, verduras, secos e molhados e ferramentas agrícolas. Mais tarde, passou a vender ferragens e ferramentas. Em 1920, com seu negócio já consolidado, João transferiu o comando da empresa para seu quinto herdeiro, João Ferreira da Costa Filho, que expandiu ainda mais o empreendimento, passando a vender materiais elétricos e utilidades para casa. No final da década de 1940, já doente, passou a administração da empresa para sua esposa, Noêmia Gomes Costa, conhecida como Dona Nazinha, e para o filho Cyro, então com 13 anos.