Ministério Público de Itapetim instaura inquérito para apurar possível acumulação de cargos por dois servidores da área de saúde

O Ministério Público de Pernambuco, através da promotoria de Itapetim, instaurou INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO com o objetivo de Apurar possível acumulação indevida de cargos públicos por dois servidores da área de saúde, Gilvaney José Venâncio da Silva Júnior e Maurício Vasconcelos Valadares, nos municípios de Itapetim/PE, Brejinho/PE, Sertânia/PE, Tuparetama/PE, Ouro Velho/PB e Tabira/PE, em afronta ao art. 37, inciso XVI, da Constituição Federal e aos princípios da administração pública.

O MP determinou as seguintes diligências iniciais, conforme orientação técnica do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Defesa do Patrimônio Público e Terceiro Setor – CAOP-PPTS:

1. Com relação ao servidor Gilvaney José Venâncio da Silva Júnior, requisitar às Prefeituras Municipais de Itapetim/PE, Brejinho/PE, Sertânia/PE, Tuparetama/PE, Ouro Velho/PB. Com relação ao servidor Maurício Vasconcelos Valadares, requisitar às Prefeituras Municipais de Itapetim/PE, São José do Egito-PE, Município de Tabira/PE e Brejinho/PE, as seguintes informações, no tocante aos servidores supracitados:

  • Ficha funcional completa (ato de nomeação, lotação, carga horária, vínculo);
  • Cópia da ficha financeira dos últimos 12 (doze) meses;
  • Qualificação da chefia imediata;
  • Declaração de eventual existência de outros vínculos públicos ativos;
  • Data de posse e, se houver, data do desligamento;
  • Comprovação da compatibilidade de horários;
  • Escalas de plantão, folha de frequência e controle de ponto (digital ou manual), dos últimos 06 (seis) meses.

STF abre inquérito contra Sergio Moro; entenda motivo de investigação

Um jornal indica que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu o inquérito solicitado pela Procuradoria-Geral da República para investigar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) em uma atuação de quando Moro ainda era juiz.

A investigação irá averiguar se Moro e procuradores realizaram um acordo de delação fraudulento, que foi fundamental para instalação da operação Lava Jato.

Segundo o Blog de Daniela Lima no G1, Dias Toffoli abriu o inquérito para investigar Sergio Moro ainda em 19 de dezembro, mas como a decisão está em sigilo ainda não tinha sido compartilhada.

O caso no qual Moro será investigado está vinculado com a revelação feita pelo ex-deputado estadual do Paraná Tony Garcia, que relatou ter firmado um acordo de delação premiada no início dos anos 2000s em que grampeou integrantes do Judiciário e do Tribunal de Contas do Estado.

Membros do Judiciário e do TCE-PR não poderiam ser investigados da maneira apresentada por Tony Garcia, já que esses indivíduos detêm foro de prerrogativa.