Miguel Coelho consegue barrar duas pesquisas em Pernambuco

A equipe do jurídico da Coligação “Pernambuco Com Força de Novo”, da candidatura de Miguel Coelho e Alessandra Vieira, conseguiu duas liminares junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Pernambuco suspendendo pesquisas que seriam divulgadas nesta semana.

“Todos os candidatos possuem pesquisas internas e tracking eleitoral e nossas avaliações demonstram discrepâncias impressionantes com as mais diversas pesquisas já publicadas, por isso estamos redobrando as atenções com os novos registros”, explica o advogado Delmiro Campos, que coordena o jurídico da coligação.

Na primeira pesquisa, da empresa Francisco Virgulino de Amorim – IMAPE (Instituto Majoritário de Pesquisas e Estatísticas), existia no questionário uma pergunta sobre a intenção de votos para o cargo de Presidente da República, diferente do plano amostral pedido pela pesquisa, que se restringe aos cargos de Governador, Senador e Deputados Federal e Estadual.

O pedido de suspensão foi aceito pelo TRE-PE, sob pena de multa de R$ 30 mil em caso de desobediência.

“Na segunda, proposta pelo Instituto Veritá Ltda., EPP, a solicitação era sobre pesquisa para Governador e Senador em Pernambuco, mas o plano amostral apresentava dados contraditórios no questionário aplicado nas entrevistas”.

Novamente, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco suspendeu a publicação da pesquisa, aplicando nova multa de R$ 30 mil em caso de descumprimento.

“São decisões importantes que visam manter o equilíbrio do certame na medida que observamos uma série de irregularidades que sem sombra de dúvidas poderão trazer números e percentuais inconfiáveis com imediata repercussão no eleitor”, finaliza o advogado Paulo Santana, também da coordenação da Coligação “Pernambuco Com Força de Novo

PoderData: 56% reprovam e 38% aprovam governo Bolsonaro

O governo Bolsonaro é desaprovado por 56% dos eleitores, mostra pesquisa PoderData realizada de 28 a 30 de agosto de 2022. O número é o mesmo de duas semanas atrás.

A taxa de aprovação também mostrou estabilidade, variando dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Agora, está em 38%. Outros 6% não souberam responder.

As taxas vêm registrando estabilidade nos últimos levantamentos. A desaprovação tem oscilado na faixa de 52% a 57% desde meados de fevereiro, enquanto a aprovação variou de 35% a 41% no mesmo período.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os resultados são divulgados em parceria editorial com a TV Cultura. Os dados foram coletados de 28 a 30 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 308 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-06922/2022.

Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Marília Arraes (SD) tem 33,4% em Pernambuco; disputa por 2º lugar permanece acirrada

A candidata ao governo do estado Marília Arraes (SD) permanece liderando as pesquisas eleitorais em Pernambuco, com 33,4% das intenções de voto. É o que aponta pesquisa divulgada pela Atlas/Arko. A disputa pelo segundo também lugar continua acirrado, com Anderson Ferreira (PL), Danilo Cabral (PSB), Miguel Coelho (UB) e Raquel Lyra (PSDB) empatados tecnicamente. Com 95% de confiança, o levantamento foi realizado entre os dias 22 e 27 de agosto e possui uma margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Responsável pela pesquisa, o cientista político e CEO da empresa Atlas, Andrei Roman explica que Pernambuco encara um cenário singular comparado a outros estados brasileiros. “No contexto nacional, é o único estado onde está tão acirrado para chegar no segundo turno com Marília Arraes”. Pontuando em segundo lugar, aparecem Anderson Ferreira, com 14.5%; seguido de Danilo Cabral, o que mais cresceu, com 12.5%, Miguel Coelho, que alcança 11.9% das intenções de voto e Raquel Lyra, a que mais caiu com 11.6%.

“Dependendo do candidato que for para o segundo turno, essa corrida pode ficar mais ou menos competitiva”, continua Andrei, que apresenta alguns possíveis cenários. Um deles, seria Marília Arraes – que apoia candidatura de Lula à presidência – disputando segundo turno com Anderson Ferreira, candidato de Bolsonaro em Pernambuco.

“Levando em consideração o desempenho fraco de Bolsonaro no estado, Marília teria uma disputa muito fácil”, avalia o cientista político, que aponta uma mudança de cenário caso o segundo turno seja entre Marília contra Danilo Cabral – candidato de Lula no estado pernambucano – ou Raquel Lyra. “A corrida ficaria mais competitiva”, diz.

Os candidatos Pastor Wellington (PTB), Jones Manoel (PCB) e Jadilson Bombeiro surgem na pesquisa com 1.3%, 0.8% e 0.3%, respectivamente. Cláudia Ribeiro (PSTU) e João Arnaldo (Psol) pontuaram, igualmente, 0.1%. Já o candidato Ubiracy Olímpio não pontuou. 3.5% dos entrevistados/as disseram que votariam em branco ou nulo; e 10.1% não souberam responder.

A pesquisa, registrada com o código PE-010455/2022 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), entrevistou 1600 eleitores/as por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR).

Para Lavareda, ainda é cedo para cravar situação de Danilo Cabral na disputa pelo Governo

Presidente do Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Politicas e Econômicas (Ipespe), Antônio Lavareda analisou o cenário eleitoral em Pernambuco e no Brasil. O especialista comentou, na Rádio Jornal, o cenário indicado pelo Agregador de Pesquisas JC/Oddspointer após a pesquisa Ipec, divulgada nessa terça (30).

O cientista político fez uma análise em separado do levantamento o Ipec e propõe a desconsideração da margem de erro como forma de se analisar os pequenos movimentos indicados pelo levantamento.

Marília Arraes (SD) continua com 33%, Raquel Lyra (PSDB) cresceu um ponto e chega a 12%, assim como Anderson Ferreira (PL), que chega a 11%. Miguel Coelho (UB) está estacionado com 9% e Danilo Cabral (PSB) pula de 6% para 8%.

“Um ponto percentual parece pouco, mas para a marcha dos candidatos é muito. Cada ponto representa 70 mil eleitores”, afirma Lavareda. O cientista político analisa que um crescimento e Marília não seria esperado para esta pesquisa, visto que a candidata já é conhecida em todo o estado.

Sobre Danilo Cabral e o esperado crescimento do candidato governista, Lavareda afirma ainda ser cedo para alertas. É que, nos bastidores da política, estimava-se no início da campanha que o nome indicado pelo PSB estaria, necessariamente, no segundo turno.

“Precisamos esperar mais alguns dias e ver as pesquisas da próxima semana. Essas sim vão sinalizar possibilidade de crescimento de alguns candidatos ou de outros”, comentou Lavareda. Danilo Cabral é o candidato com maior tempo de TV, com mais de 4 minutos.

Pesquisa Ipec em Pernambuco: Marília, 33%, Raquel, 12%, Anderson, 11%, Miguel, 9%, Danilo, 8%

Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira (30), encomendada pela Globo, mostra que Marília Arraes (Solidariedade) se manteve na liderança da disputa, com 33% das intenções de voto para o governo de Pernambuco, mesmo percentual apresentado no levantamento anterior do instituto, em 15 de agosto.

Em seguida, vêm Raquel Lyra (PSDB), com 12%; Anderson Ferreira (PL), com 11%; Miguel Coelho (União Brasil), com 9%; e Danilo Cabral (PSB), com 8%. Os quatro candidatos continuam empatados tecnicamente no limite da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Raquel e Anderson tiveram um crescimento de 1%, Miguel se manteve com o mesmo percentual e Danilo aumentou 2% nas intenções de voto, o que indica um cenário estável na disputa pelo governo estadual.

Intenção de voto estimulada:

Marília Arraes (Solidariedade): 33% (33% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
Raquel Lyra (PSDB): 12% (11% na pesquisa anterior)
Anderson Ferreira (PL): 11% (10% na pesquisa anterior)
Miguel Coelho (União Brasil): 9% (9% na pesquisa anterior)
Danilo Cabral (PSB): 8% (6% na pesquisa anterior)
João Arnaldo (PSOL): 2% (1% na pesquisa anterior)
Pastor Wellington (PTB): 1% (0% na pesquisa anterior)
Claudia Ribeiro (PSTU): 1% (1% na pesquisa anterior)
Jones Manoel (PCB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Jadilson Bombeiro (PMB): 0% (1% na pesquisa anterior)
Ubiracy Olímpio (PCO): 0% (0% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 13% (17% na pesquisa anterior)
Não souberam: 9% (9% na pesquisa anterior)

Pesquisa Ipec: Entre evangélicos, Bolsonaro tem 48% e Lula, 26%

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou três pontos para baixo enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) oscilou um ponto para cima entre o eleitorado evangélico em comparação com a pesquisa anterior, aponta pesquisa Ipec (antigo Ibope) divulgada nesta segunda-feira, 29, pela TV Globo. Agora, o chefe do Executivo tem 48% das intenções de voto entre o público ante 26% do petista.

Como revelou o Estadão, lideranças religiosas dão palanque virtual a Bolsonaro, convocam para os atos do 7 de Setembro e até impulsionam anúncios nas redes sociais com mensagens favoráveis ao presidente. Ao longo dos últimos meses, Bolsonaro viaja pelo País para participar de Marchas Para Jesus.

   

Recenseadores do IBGE alertam para greve nacional por salários atrasados

Questões como a remuneração atrasada e inadequada, o corte de 75% das verbas de divulgação do censo e o número insuficiente de servidores – resultando em suporte inadequado ao pessoal temporário -, são apenas alguns dos problemas relatados pelos recenseadores contratados temporariamente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a coleta do Censo Demográfico 2022. A categoria tem se mobilizado em redes sociais para uma greve nacional a partir do dia 1º de setembro por melhores condições de trabalho.

O IBGE chegou a divulgar um pedido público de desculpas aos recenseadores, em postagem em suas redes sociais na última terça-feira (23). Na publicação, o instituto reconhece o atraso do pagamento da ajuda de treinamento e de locomoção, e também a demora na liberação do pagamento do trabalho de coleta.

“Agradecemos o empenho e a dedicação de todos os Recenseadores com o #Censo2022 e pedimos desculpas pela demora na liberação do pagamento do trabalho de coleta e transtornos causados pelo atraso do pagamento da ajuda de treinamento e de locomoção. Em breve, informaremos sobre mudanças e ajustes nos processos de pagamento”, diz o texto da postagem do perfil oficial do IBGE no Twitter, Facebook e Instagram.

O IBGE informou que foram contratados cerca de 160 mil recenseadores e, atualmente, mais 10 mil estão em treinamento. Os recenseadores estão em campo desde 1º de agosto coletando informações para o Censo Demográfico em todos os cerca de 75 milhões de lares brasileiros, nos 5.570 municípios do País. Esse trabalho começou com um déficit estimado de 15 mil entrevistadores, que o IBGE ainda tentava recrutar para alcançar o número ideal de 183 mil funcionários temporários.

Na semana passada, o IBGE informou ter efetuado 6.550 rescisões de contratos de trabalhadores temporários recrutados para o Censo Demográfico 2022. As desistências dos trabalhadores ocorreram em meio ao atraso de pagamentos, mas também relatos de agressões e hostilidade contra os recenseadores por parte de moradores que deveriam prestar informações para o levantamento censitário. O órgão informou que as rescisões representavam 4,7% do total de contratados, “número dentro do previsto” e “sem risco para a operação”.

Quanto a possíveis impactos das dificuldades na coleta sobre o cronograma do Censo, o IBGE afirma que o período corrente da operação de campo é de 1º de agosto a 31 de outubro. “O Instituto não especula sobre prorrogação”, declarou.

O sindicato nacional dos servidores do IBGE (ASSIBGE) informou que não tem qualquer participação na mobilização dos recenseadores, mas entende que se tratam de pautas legítimas, que refletem problemas que há muito já apontados pela organização sindical. “A ASSIBGE espera que se possa chegar a uma solução rápida, justa para com o recenseadores e sem prejuízos a operação censitária”, informou.

Atraso por corte de verbas – Realizado a cada dez anos, o Censo Demográfico visita todos os domicílios brasileiros. A operação deveria ter ocorrido em 2020, mas foi adiada em decorrência da pandemia. A falta de destinação de verbas pelo governo de Jair Bolsonaro também foi um obstáculo. Em 2021, o orçamento não apresentou os recursos necessários para a condução do Censo, que acabou cancelado novamente, mas desta vez sob uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de que ocorresse em 2022.

A operação censitária foi orçada inicialmente pela equipe técnica do IBGE em mais de R$ 3 bilhões para ir a campo em 2020. Em meio a pressões do governo pela redução no orçamento, os questionários originais foram enxugados, e a verba encolheu para R$ 2,3 bilhões. No ano de 2021, o valor de apenas R$ 53 milhões no orçamento sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro inviabilizava até os preparativos. Mais tarde, após a decisão do STF, o IBGE conseguiu assegurar uma complementação orçamentária para os trabalhos preparatórios em 2021 e a verba para a coleta em 2022.

    

IPEC para Presidente: Lula 44% contra 32% de Bolsonaro

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 3%, e Felipe d’Avila (Novo), 1%

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (29), encomendada pela Globomostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Os dois têm exatamente o mesmo índice de 15 de agosto, data do último levantamento do Ipec para presidenteo que indica cenário estável na disputa.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 3%, e Felipe d’Avila (Novo), 1%. Tebet, assim, está empatada tecnicamente com Ciro e d’Avila no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (União Brasil) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto em 128 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01979/2022.

A pesquisa mostra que Lula vai melhor entre quem tem renda de até um salário mínimo, entre quem recebe algum tipo de benefício do governo federal e no interior do Brasil.  Já Bolsonaro vai melhor entre homens, evangélicos e entre aqueles que ganham mais de 5 salários mínimos.

Na resposta espontânea, em que não são mostrados os nomes dos candidatos, os números de Lula e Bolsonaro estão próximos da estimulada. Lula tem 40% e Bolsonaro, 31% –em relação ao levantamento anterior, ambos oscilaram dentro da margem de erro. Lula (PT): 40% (41% na pesquisa anterior, em 15 de agosto);  Jair Bolsonaro (PL): 31% (30% na pesquisa anterior);  Ciro Gomes (PDT): 4% (3% na pesquisa anterior) e  Simone Tebet (MDB): 2% (0% na pesquisa anterior).

A pesquisa Ipec também ouviu os entrevistados sobre um cenário de segundo turno entre os candidatos que lideram, Lula e Jair Bolsonaro.

Segundo turno tem Lula 50% e Bolsonaro, 37%: na simulação de segundo turno entre Lula e Bolsonaro, caiu levemente a distante entre os dois prioncipais candidatos, mesmo que dentro da margem de erro. Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  tem 50% contra 37% de Jair Bolsonaro (PL). Brancos e nulos somam 9% e indecisos, 4%.

Lula oscila e Bolsonaro se mantém estável, aponta BTG/ FSB

As intenções de voto para o presidente Jair Bolsonaro (PL) e para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantiveram estáveis mesmo após a sabatina do Jornal Nacional na semana passada, com uma oscilação do petista dentro da margem de erro. Os dados são de pesquisa feita pelo Instituto FSB encomendada pelo BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira (29). Segundo o levantamento, o petista perdeu dois pontos percentuais desde a última rodada (dentro da margem de erro) e agora tem 43% da intenções de voto no primeiro turno. Já Bolsonaro, manteve os mesmos 36% da semana passada. Dessa forma, a diferença entre os dois é de sete pontos percentuais.

A maior diferença foi sentida pelo pedestista Ciro Gomes. O ex-ministro subiu de 6% para 9% nas intenções de voto, voltando ao melhor patamar desde o início do monitoramento. A senadora Simone Tebet (MDB) oscilou de 3% para 4%.

Segundo a pesquisa, 89% dos eleitores de Bolsonaro afirmam que a decisão já está tomada e que não irão mais mudar. No caso de Lula, esse percentual é de 82%.

Segundo turno

Em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o resultado também se manteve estável, com o petista com 52% dos votos e Bolsonaro com 39%. Segundo o levantamento, Lula também vence nos cenários testados com Ciro Gomes e Simone Tebet. Já Bolsonaro perde para os dois.

Bolsonaro também é o candidato com a maior rejeição, segundo a pesquisa. 55% dizem que não votariam nele de jeito nenhum. Já em Lula, são 45% os que dizem que não votariam nele.

Avaliação do governo

A avaliação governo Bolsonaro também se manteve estável, com 45% achando ruim ou péssimo e 34%, ótimo ou bom. Além disso, 40% dizem aprovar a forma como o presidente governa o país e 55% dizem desaprovar.

Foram entrevistadas 2 mil pessoas entre sexta-feira (26/8) e domingo (28/8). A margem de erro é de 2pp, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE, sob número BR-08934/2022.

Serra Talhada em 5º lugar na geração de empregos no primeiro semestre no Sertão

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou o balanço de empregos no primeiro semestre de 2022 no Sertão de Pernambuco.

As 56 cidades sertanejas somaram saldo de 4.179 postos formais de trabalho no período, tendo Petrolina na liderança com saldo de 1.848 e Brejinho na última posição do ranking com perca de 97 postos.

No acumulado por região, o Sertão do São Francisco obteve saldo de 2622 postos, seguido pelo Sertão do Pajeú com 458, Sertão do Araripe com 455, Sertão Central com 389, Sertão do Moxotó com 148 e Sertão de Itaparica com 107 postos.

No Sertão do Pajeú o melhor resultado é de Serra Talhada, que obteve saldo de 247 vagas formais no acumulado do ano. Afogados da Ingazeira com 70 e São José do Egito com 65 vêm em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Os piores resultados do Pajeú são de Carnaíba (-30) e Brejinho (-97).

No Ranking geral do Sertão, os dez melhores desempenhos são de Petrolina (1.848), Lagoa Grande (445), Salgueiro (298), Araripina (258), Serra Talhada (247), Afrânio (206), Custódia (88), Floresta (72), Afogados da Ingazeira (70), São José do Belmonte (65) e São José do Egito (65), estando Belmonte e São José do Egito empatadas com 65 postos cada uma.

Entre as maiores cidades sertanejas, tiveram desempenho positivo as cidades de Petrolina (1.848), Salgueiro (298), Araripina (258) e Serra Talhada (247). Arcoverde somou apenas 05 postos formais de saldo no primeiro semestre.

Sertão do Moxotó

Custódia (88)
Inajá (37)
Manari (18)
Arcoverde (05)
Betânia (-4)
Sertânia (-11)
Ibimirim (-12)

Sertão do Pajeú

Serra Talhada (247)
Afogados da Ingazeira (70)
São José do Egito (65)
Triunfo (20)
Iguaracy (14)
Tuparetama (14)
Santa Terezinha (11)
Itapetim (9)
Calumbi (5)
Ingazeira (3)
Quixaba (0)
Santa Cruz da Baixa Verde (-1)
Solidão (-7)
Flores (-10)
Tabira (-14)
Carnaíba (-30)
Brejinho (-97)
Sertão Central

Salgueiro (298)
São José do Belmonte (65)
Mirandiba (12)
Parnamirim (8)
Serrita (4)
Cedro (2)
Verdejante (-6)
Sertão de Itaparica

Floresta (72)
Petrolândia (33)
Carnaubeira da Penha (1)
Itacuruba (1)
Tacaratu (-2)
Belém do São Francisco (-32)
Jatobá (-64)
Sertão do Araripe

Araripina (258)
Trindade (61)
Exu (50)
Santa Filomena (38)
Ipubi (29)
Santa Cruz (10)
Granito (05)
Moreilândia (4)
Bodocó (-23)
Ouricuri (-74)
Sertão do São Francisco

Petrolina (1.848)
Lagoa Grande (445)
Afrânio (206)
Cabrobó (64)
Santa Maria da Boa Vista (52)
Dormentes (7)
Orocó (-12)
Terra Nova (-15)
Ranking geração de empregos no Sertão de janeiro a junho de 2022:

Petrolina (1.848)
Lagoa Grande (445)
Salgueiro (298)
Araripina (258)
Serra Talhada (247)
Afrânio (206)
Custódia (88)
Floresta (72)
Afogados da Ingazeira (70)
São José do Belmonte (65)
São José do Egito (65)
Cabrobó (64)
Trindade (61)
Santa Maria da Boa Vista (52)
Exu (50)
Santa Filomena (38)
Inajá (37)
Petrolândia (33)
Ipubi (29)
Triunfo (20)
Manari (18)
Iguaracy (14)
Tuparetama (14)
Mirandiba (12)
Santa Terezinha (11)
Santa Cruz (10)
Itapetim (9)
Parnamirim (8)
Dormentes (7)
Arcoverde (05)
Calumbi (5)
Granito (05)
Moreilândia (4)
Serrita (4)
Ingazeira (3)
Cedro (2)
Carnaubeira da Penha (1)
Itacuruba (1)
Quixaba (0)
Santa Cruz da Baixa Verde (-1)
Tacaratu (-2)
Betânia (-4)
Verdejante (-6)
Solidão (-7)
Flores (-10)
Sertânia (-11)
Ibimirim (-12)
Orocó (-12)
Tabira (-14)
Terra Nova (-15)
Bodocó (-23)
Carnaíba (-30)
Belém do São Francisco (-32)
Jatobá (-64)
Ouricuri (-74)
Brejinho (-97)

Por Juliana Lima