Operação cumpre 16 mandados em Alagoas e Pernambuco contra fraudes a concursos públicos

A Polícia Civil cumpriu nesta terça-feira (20) 16 mandados de busca e apreensão em Alagoas e Pernambuco contra suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes a concursos públicos. Entre os materiais apreendidos estão aparelhos celulares, notebooks e documentos. Não houve prisões.

Em Alagoas, foram cumpridos 5 mandados nas cidades de Maceió, Joaquim Gomes, Colônia Leopoldina e Arapiraca. Em Pernambuco foram 11 mandados cumpridos em Recife, São Lourenço da Mata, Toritama e Limoeiro.

Essa é mais uma fase da Operação Loki 2, que foi deflagrada pela primeira vez em 2021, e que prendeu 12 pessoas em diferentes estados pelos crimes de fraudes em concursos das polícias Civil e Militar e Corpo Bombeiros. Entre os presos, estava o chefe do esquema criminoso, um ex-policial militar alagoano.

Segundo o delegado Igor Diego, responsável pelas investigações, essa nova fase da operação teve como foco as pessoas que captam os clientes e organizam as fraudes.

“A organização criminosa tinha vários núcleos, entre eles, os aliciadores, o líder que definia os valores a serem pagos pelo candidato, as pessoas que se inscreviam nos concursos para obterem as provas ou fotografá-las, aqueles que respondiam a provas e uma pessoa que fornecia os equipamentos (pontos eletrônicos e cartões magnéticos) e fazia chegar as respostas aos candidatos”, disse o delegado.

   

Operação prende acusados de vários crimes em Mirandiba

A Polícia Civil desencadeou na manhã desta segunda-feira, dia 5, a 46ª Operação de Repressão Qualificada do ano.

Denominada “Romani”, vinculada à Diretoria Integrada do Interior 2 – DINTER 2, sob a presidência dos Delegados da Força Tarefa da Polícia Civil, a investigação foi iniciada em fevereiro de 2022, com o objetivo de identificar e desarticular Organização Criminosa voltada à prática dos crimes de Homicídio Qualificado Tentado, Dano Qualificado, Receptação Dolosa e Crimes Previstos no Estatuto do Desarmamento.

Foram cumpridos seis Mandados de Prisão e seis Mandados de Busca e Apreensão Domiciliar, todos expedidos pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Mirandiba.

Na execução foram empregados 35 Policiais Civis, entre Delegados, Agentes e Escrivães, além de servidores da Corregedoria Geral da SDS/PE. As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco – DINTEL.