Acusado de feminicidio é condenado a 50 anos de reclusão

Fotos de Ulisses Neto

O juri popular Começou por volta dás 10h, da manhã desta quarta-feira (17/04), no forum Laurindo Leandro Lemos, em Afogados da Ingazeira, logo depois da chegada do réu, Ivan Ferreira, acusado de feminicidio.

O crime aconteceu na noite da sexta-feira (03/03/23), na rua Cirene Lima Alves, no bairro São Braz aqui em Afogados.
A vítima, Luana Santos Veras, estava em sua residência, quando o ex-marido, Ivan, que na época residia em Catingueira-PB, não conformado com o fim do relacionamento, adentrou a casa e efetuou vários disparos com um revolver, matando a ex-companheira.

Ele ainda disparou contra o sobrinho da vítima, Liédson Hiago José Veras, e em seguida tentou tirar a própria vida.

O julgamento de Ivan terminou no final da tarde, e segundo o Mais Pajeú, ele foi condenado a 20 anos de reclusão pela tentativa de homicídio de Liedson e a 30 anos de reclusão pelo feminicídio de Luana. Somadas as penas, Ivan foi condenado a 50 anos de prisão.

Parentes de Luana que estiveram durante todo dia no fórum, comemoraram a decisão.

Ivan tinha 2 filhos com Luana.

Acusado de feminicídio está sendo julgado em Afogados

Começou por volta dás 10h, da manhã desta quarta-feira (17/04), no forum Laurindo Leandro Lemos, em Afogados da Ingazeira, o júri popular de Ivan Campos, acusado de feminicidio.

O crime aconteceu na noite da sexta-feira (03/03/23), na rua Cirene Lima Alves, no bairro São Braz aqui em Afogados.
A vítima, Luana Santos Veras, estava em sua residência, quando o ex-marido, Ivan, que na época residia em Catingueira-PB, não conformado com o fim do relacionamento, adentrou a casa e efetuou vários disparos com um revolve, matando a ex-companheira. Ele ainda disparou contra o sobrinho da vítima, Liédson Hiago José Veras, e em seguida tentou tirar a própria vida

Ivan chegou por volta dás 9h ao fórum Laurindo Leandro Lemos.

Parentes de Luana estão desde cedo em frente ao fórum, vestidos de camisas com a foto da mesma, pedindo justiça.

Ivan tinha 2 filhos com Luana.

Júri popular condena fisioterapeuta a 23 anos e três meses de prisão

O fisioterapeuta  Cleyton Leite foi condenado a 23 anos e três meses pelo júri popular pela morte da esposa, Aiane Michele Pereira Gomes Leite, de 26 anos, dia 28 de setembro de 2020.

Pelo que o blog apurou o placar foi de 4×0 pela condenação, ou seja, por unanimidade. Houve a votação de 4×3 em relação às qualificadoras. A pena teve inicialmente 21 anos, mas chegou a esse tempo com os agravantes. Prevaleceu a tese do MP e da assistência de acusação que argumentou, alegando comprovação técnica, que a esposa de Cleyton não tinha sido vítima de suicídio, em sim, feminicídio, como indicaram as investigações do então Delegado Ubiratan Rocha.

O resultado saiu a pouco no Fórum Laurindo Leandro Lemos. A sentença foi proferida pelo Juiz Bruno Querino Olímpio. Atuou pelo MP o promotor Witalo Vasconcelos. O assistente de acusação foi o advogado Daniel Aragão.

O advogado Ricardo Siqueira, que defende Cleyton Leite, questionou vários procedimentos desde a prisão até a instrução do processo. O primeiro deles, o da divulgação de um caso em segredo de justiça.  “Toda a imprensa tem noticiado expondo o nome do profissional”. O blog foi bastante citado pela defesa. Ainda argumentou que mesmo o laudo tanatoscópico não garantia a tese de feminicídio.

Dentre as ouvidas, o médico legista Gustavo Henrique Bezerra dos Santos, responsável pelo laudo que indicou que Aiane sofreu estrangulamento e João Batista Montenegro, contratado pela família do fisioterapeuta para desconstruir a versão oficial.

No júri, havia familiares de Aiane, inclusive uma irmã e também do fisioterapeuta, como um irmão jornalista que mora nos Estados Unidos. A defesa pode recorrer da decisão.

O programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, traz reportagem exclusiva de Marcony Pereira nesta quinta ouvindo o advogado Daniel Aragão, que auxiliou na acusação, o jornalista Joaquim Neto, que é irmão do fisioterapeuta e reside nos Estados Unidos, bem como o advogado Ricardo Siqueira, que defende Cleyton.

Por Nil junior