Nota da Secretaria de saúde de Afogados da Ingazeira

Informamos que recebemos do HREC a notificação de um caso suspeito de Monkeypox, nome definido pela OMS. Trata-se de uma paciente do sexo feminino com histórico recente de viagem.

Foi recolhido material para exames que poderão atestar ou não a presença da doença. A amostra foi encaminhada para o laboratório central do Estado (LACEN). Assim que recebermos o resultado informaremos à população.

Vale salientar que a doença geralmente se apresenta de forma leve e, na grande maioria dos casos, o paciente se recupera em até 21 dias.

O período de incubação da doença é de 06 a 13 dias, podendo variar de 05 a 21 dias.

A transmissão começa com aparecimento de sintomas como erupções na pele, e termina quando as crostas das lesões desaparecem.

A transmissão se dá através do contato direto com as lesões ou secreções respiratórias das pessoas com doença, sendo essa última forma de contágio menos comum na atual epidemia. As principais formas de contágio envolvem histórico de contato face à face, pele à pele, boca à boca ou boca e pele. Esse contato pode acontecer por abraço, massagem, beijos e por meio de contato íntimo, incluindo o contato sexual.

O diagnóstico, como já dissemos, é feito através de exame laboratorial.

Em geral, os casos não necessitam de tratamentos mais complexos, devendo apenas ser assegurado o isolamento domiciliar do paciente até a cicatrização das lesões, sempre sob o monitoramento dos serviços de vigilância epidemiológica (VE) municipais.

O objetivo do tratamento é o alívio dos sintomas e o gerenciamento de possíveis complicações em pacientes sob risco.
A prioridade deve ser prevenir e/ou tratar infecções bacterianas secundárias.

Vale ressaltar que a doença não é transmitida pelos macacos. É importante deixar isso bastante claro, uma vez que há registros, em vários locais do País, de macacos sendo mortos em decorrência da ignorância e desinformação de parte da população.

Diretor do HR Emília Câmara confirma 1ª suspeita de caso de varíola, em Afogados

O diretor do Hospital Regional Emília Câmara, confirmou em conversa com a redação do blog na tarde desta quarta-feira (9), que a unidade acompanha o primeiro caso suspeito de varíola (chamada erroneamente de varíola dos macacos), em Afogados da Ingazeira.

Segundo o diretor, o paciente está clinicamente bem e aguarda o resultado do exame encaminhado para o Lacem.

Duque se mostrou preocupado com o preconceito que o paciente possa vir a sofrer, caso seja confirmada a doença. “As pessoas não entendem e ficam jogando pedra. Imagina os familiares dessa pessoa? Vamos esperar sair o resultado para poupar o paciente e os familiares”, destacou Sebastião Duque.

Segundo o diretor, caso se confirme, a investigação sobre o local onde o paciente possa ter se contaminado ficará a cargo da Secretaria Municipal de Saúde.

Por medo e ignorância, a doença tem ocasionado outro problema no Brasill: os ataques contra os símios brasileiros.

Em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, quatro macacos-prego já foram resgatados com sinais de intoxicação nos últimos dias. Um deles era filhote, encontrado morto no local, na Mata dos Macacos.

Outros quatro animais da espécie saguis-de-tufos-pretos também foram resgatados após intoxicação, dessa vez no Parque Ecológico Sul. Nenhum deles resistiu.

Apesar do nome, a varíola só é transmitida de pessoa para pessoa, como destaca o médico infectologista Marcos Caseiro à RBA.

O especialista explica que a doença recebeu esse nome no final dos anos 1950, após a descoberta inicial do vírus em macacos de um laboratório da Dinamarca.

“Esse vírus chama Monkeypox porque ele fez (nos animais em teste) umas lesões vesiculares muito semelhante à varíola e ele foi descrito pela primeira vez em 1958 na Dinamarca. O macaco é uma vítima junto com o homem. Temos ouvido falar que as pessoas estão matando macacos. E é uma completa, total e absurda ignorância”, repudia.

Como se prevenir

O infectologista aponta que o isolamento social é uma das principais medidas que devem ser tomadas após o início dos sintomas para evitar a contaminação de outras pessoas.

“Existe também a transmissão de fômites, eventualmente gotículas que caem em superfícies e as pessoas em contato com essas superfícies podem se infectar. Por isso a importância de continuar usando álcool em gel e coisas do tipo (cuidando sempre da higiene pessoal). E os pacientes devem se manter isolados no período da doença por conta (do risco) da transmissão. Enquanto tiver lesões, crostas inclusive – que são lesões cicatriciais – , existe transmissão da doença. Temos visto que essas lesões podem ficar até quatro semanas, 28 dias. Então o individuo tem que ficar isolado nesse período especifico”, destaca Marcos Caseiro.

Ainda não existe vacina específica contra a varíola dos macacos, mas três vacinas contra a varíola podem ser usadas contra essa doença, já classificada como emergência de saúde global pela OMS.

Nesta terça, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga afirmou que o governo deve adquirir 50 mil doses do imunizante. As vacinas serão inicialmente destinadas aos profissionais da saúde, grupo que está em contato direto com pessoas infectadas. O chefe da pasta não esclareceu, no entanto quando a compra será feita.

Por André Luis

Prefeitura de Afogados revoga decreto que obrigava o uso de máscaras

Tendo em vista a diminuição significativa no número de casos de COVID, aliada ao alto percentual de imunização contra a doença obtido em Afogados, a Prefeitura emitiu decreto revogando a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes abertos ou fechados, com exceção dos locais relacionados a seguir:

| – Espaços abertos ou fechados destinados à prestação de serviços de saúde em atendimento a pacientes.
ll – Espaços fechados em escolas do ensino infantil, a partir dos 3 (três) anos de idade, e dos ensinos fundamental e médio;
lll – lnterior de veículos de transporte coletivo público.

Pernambuco tem 47 notificações de casos de varíola dos macacos

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) divulgou, nesta segunda-feira (08), mais uma atualização dos casos notificados envolvendo varíola do macaco, causada pelo vírus monkeypox. O Centro de Informações Estratégicas de Vigilância à Saúde (Cievs-PE) contabiliza, até o momento, 47 notificações, sendo 33 casos que ainda estão em investigação, 13 confirmados e um caso descartado.

Do total das notificações, treze pacientes tiveram confirmação laboratorial para o vírus e envolvem pessoas residentes nos municípios de Recife (8), Jaboatão dos Guararapes (2), Paulista (1), além de dois casos de outros estados, Rio de Janeiro (1) e São Paulo (1). As faixas etárias são: 20 a 29 (6), 30 a 39 (4) e 40 a 49 (3). Todos são do sexo masculino. Dos confirmados, todos estão em isolamento domiciliar.

Até o momento, não há evidências de que Pernambuco registre a transmissão local da Monkeypox. Em todos os casos confirmados, as equipes de vigilância conseguiram identificar vínculo epidemiológico entre os pacientes e pessoas que apresentaram histórico de viagem e/ou que se deslocaram para fora do Estado, em locais que já confirmaram transmissão autóctone da doença.

Já os 33 casos que estão em investigação são de pessoas residentes nos municípios de Recife (11), Limoeiro (5), Pesqueira (3), Paulista (2), Abreu e Lima (2), Araçoiaba (1), Camaragibe (1), Gameleira (1), Ipojuca (1), Jaboatão dos Guararapes (1), Petrolina (1), Olinda (1), Timbaúba (1), Inajá (1) e São Paulo (1). As faixas etárias são: 0 a 5 (1), 10 a 19 (7), 20 a 29 (9), 30 a 39 (9), 40 a 49 (5) e 50 a 59 (2), sendo 26 do sexo masculino e 7 do sexo feminino. Os casos notificados estão sendo acompanhados pelas equipes de vigilância epidemiológica municipais.

As amostras coletadas estão sendo encaminhadas para o Laboratório de Enterovírus da Fiocruz/RJ, referência para o diagnóstico da Monkeypox, e para o Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE).

Afogados: entre os dias 02 e 08/08 foram notificados 12 casos novos para a COVID-19 

São 07 pacientes do sexo feminino, com idades entre 20 e 87 anos. Dessas, 02 (02 doses), 03 (03 doses) e 02 (04 doses). São 05 pacientes do sexo masculino, com idades entre 03 e 52 anos. Desses, 01 (não vacinado), 01 (02 doses) e 03 (03 doses).

Óbito: Paciente do sexo feminino, 87 anos, hipertensa e apresentava quadro de pneumonia no momento do óbito. Faleceu no H.R. E. C em 28/07 (03 doses). Nossas condolências a todos os familiares e amigos.

Durante o período citado não tivemos novos casos em investigação e 113 pacientes apresentaram resultados negativos para COVID-19.

Hoje, 12 pacientes apresentaram alta após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 9.179 (99,01%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 11 casos ativos para a doença.

Afogados atingiu a marca de 40.974 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 109,97% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19:
Leves: (9.084 casos), 98,00%;
Graves: (186 casos), 2,00%.

Semana Epidemiológica: encerrou no último sábado (06/08) a SE 31 com 09 casos e média móvel 1,28 casos/dia. Restaram da SE 30, 03 casos. Assim, com os dados atualizados, a SE 30 terminou com 28 casos e MV 04 casos/dia.

Análise das 03 últimas semanas anteriores.

SE 29 – 69 casos e MV 9,85;
SE 28 – 270 casos e MV 38,57;
SE 27 – 199 casos e MV 28,42.

Dados atualizados em 08/08/2022.

AVISO IMPORTANTE:

*Toda população de 12 até 39 anos devem tomar a 3 dose;*

*Todos os profissionais de saúde já podem tomar a 4 dose. A aplicação dar-se-á após 4 meses da aplicação da primeira dose de reforço;*

*Toda população acima de 40 anos também poderá tomar a 4 dose. A aplicação dar-se-á após 4 meses da aplicação da primeira dose de reforço;*

*Esta aberta a vacinação para crianças de 04 anos de idade contra a COVID – 19. A mesma estará disponível no Centro de Vacinação que fica na rua Professor Vera Cruz, próximo à casa Siqueira.

BRASIL TEM MÉDIA MÓVEL DE 204 MORTES POR COVID A CADA DIA; TENDÊNCIA SEGUE EM ESTABILIDADE

O Brasil registrou nesta sexta-feira (5) 208 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 679.802 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 204. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -12%, indicando tendência de estabilidade pelo 19º dia seguido.

Brasil, 5 de agosto
Total de mortes: 679.802
Registro de mortes em 24 horas: 208
Média de mortes nos últimos 7 dias: 204 (variação em 14 dias: -12%)
Total de casos conhecidos confirmados: 33.984.498
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 22.930
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 27.044 (variação em 14 dias: -36%)

Amapá, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul não registraram novas mortes pela doença no período de 24 horas.

No total, o país registrou 22.930 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 33.984.498 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 27.044. A variação foi de -36% em relação a duas semanas atrás.

Limoeiro: Detentos de penitenciária podem estar com varíola dos macacos

Penitenciária Doutor Ênio Pessoa Guerra, em Limoeiro

Detentos da Penitenciária Doutor Ênio Pessoa Guerra, em Limoeiro, no Agreste Pernambucano, podem estar com a varíola dos macacos.

De acordo com informações, quatro casos foram notificados pela prefeitura do município e segundo o documento, os pacientes são homens e não têm histórico de viagem para países endêmicos.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que recebeu a notificação dos casos. Os pacientes têm idades entre 19 e 28 anos e estão isolados na enfermaria da unidade prisional. A secretaria também disse que os homens fizeram exames para infecções sexualmente transmissíveis.

A Secretaria Estadual de Saúde também disse que, como medida preventiva, até que se tenha o diagnóstico definitivo dos casos, “o pavilhão onde os reeducandos estavam ficará isolado”. A direção da penitenciária também fez uma busca entre todos os detentos para saber se houve outros possíveis casos.

Informações do BNews